Maio Amarelo e Detran/SC chamam a atenção para Acidentes no Trânsito

Logo_maio_amareloMovimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

Confira os vídeos institucionais no YouTube:
Vídeo Institucional MAIO – https://www.youtube.com/watch?v=krAtm2NKYUA
“Celular e direção. Isso não vai dar certo!” – https://www.youtube.com/watch?v=QTToWw5TpPU
“Maquiagem e direção. Isso não vai dar certo!” – https://www.youtube.com/watch?v=jrVe6w6LfPE

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

5 mitos e verdades sobre os radares

montagem_radaresEspecialista da Perkons esclarece principais dúvidas envolvendo os equipamentos

 

Assessoria de Imprensa Perkons

Mariana Simino

 

Os equipamentos de fiscalização de velocidade, conhecidos comumente como radares, são utilizados nas ruas e rodovias. Eles têm como objetivo garantir o tráfego dentro da velocidade estabelecida nos pontos onde há maior risco de acidentes. Podem ser fixos (como as lombadas eletrônicas e pardais), ou estáticos (como os radares doppler ou laser).

 

Apesar de já serem conhecidos pelos condutores, muitos motoristas têm dúvidas sobre a sua operação. O gerente de Desenvolvimento da Perkons, empresa especializada em gestão de trânsito, Adriel Bilharva da Silva, esclarece os principais mitos e verdades sobre os radares.

 

1. Os equipamentos captam infrações de velocidade cometidas por motociclistas?

 

De acordo com o gerente, entre as perguntas mais comuns é se as infrações cometidas por condutores de motocicletas são captadas pelo equipamento. “Atualmente todos os equipamentos da Perkons detectam motocicletas, inclusive com o uso de sensores não intrusivos elas podem ser detectadas mesmo quanto trafegam na entre faixas ou popular corredor”, esclarece.

 

2. Passei pelo equipamento e meu carro indicou uma velocidade diferente da do display, isso está correto?

 

Para quem se pergunta por que há diferença entre a velocidade do display e o marcador do carro, Adriel explica que issoacontece porque a tecnologia do velocímetro é mecânica e a do equipamento é eletrônica, portanto, mais precisa. No caso do velocímetro digital, somente a parte informativa é digital, mas a leitura da velocidade é baseada em sistema mecânico, por isso sua precisão também depende de calibração adequada.

 

3. Noto que, na maioria das vezes, o trecho onde há a lombada eletrônica tem uma velocidade menor do que a da via, qual o motivo?

 

“O equipamento tem sido muito usado em áreas de grande circulação de pedestres. Portanto, a baixa velocidade se faz necessária, pois quanto maior a velocidade do veículo maior a chance de acontecer e a gravidade do acidente”, afirma.

 

4. Os equipamentos captam todo tipo de infrações

 

Alguns questionam se os radares flagram infrações como: não usar cinto de segurança, dirigir ao celular, transportar criança sem cadeirinha. “Essas infrações podem ser detectadas através das câmeras de monitoramento instaladas em rodovias. Um agente da autoridade de trânsito poderá registrar as infrações que verificar na tela”, explica o gerente.

 

5. Todo equipamento faz leitura de placas?

 

É comum os motoristas perguntarem se todos os equipamentos instalados fazem a leitura de placa e checam, por exemplo, se os carros que passaram por ali são furtados ou se estão com alguma dependência de documentação. “Cada vez mais, os equipamentos utilizam o recurso de leitura de placas, mas ainda não são todos os equipamentos instalados, esta é uma funcionalidade que pode ser incluída de acordo com as necessidades de cada cliente”, responde.

 

O equipamento e a escolha do local

 

Os equipamentos da Perkons são aferidos regularmente pelo Inmetro. Além disso, pela Resolução 396 do Contran, há uma tolerância de até 7 km/h para velocidades menores que 100 km/h e varia para velocidades acima de 100km/h, conforme tabela do Anexo II. Sendo assim, se eu estiver trafegando em uma via cuja velocidade é de 40km/h, e eu passar a 47km/h, não serei multado, pois estou dentro do limite de tolerância (47-7= 40km/h). Assim, atendendo à regulamentação, as imagens dos veículos somente são capturadas quando os mesmos trafegam acima do limite de tolerância da velocidade regulamentada.

 

Um estudo técnico é realizado para que um novo radar seja implantado. O Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo conta que diversos pontos são considerados durante a elaboração do estudo, como as ocorrências de acidentes no local, as características geométricas, se o trecho é urbanizado, se há travessia de pedestres entre outros. O limite de velocidade é estabelecido levando em consideração a velocidade de projeto da rodovia, as velocidades já praticadas nela e suas particularidades e índices de acidentes.

Engenharia de baixo custo reduz o número de acidentes

300x215xrotatoria-300x215.jpg.pagespeed.ic.xDC-kJlYXeOs números dos acidentes de trânsito são tão alarmantes que até na Assembléia Geral da ONU em 02 de março de 2010, o tema foi motivo de discussões a respeito das possíveis soluções para diminuir os índices de vítimas. Como resultado, foi proclamada a Década Mundial de Ações de Segurança no Trânsito que pretende, de 2011 a 2020, envolver toda a sociedade na busca de um trânsito menos violento.

 

No Brasil, um dos 10 países com maiores índices de violência no trânsito, foram indenizados 763.400 vítimas, somente em 2014, segundo dados do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), sendo 52.200 por morte, 595.700 por invalidez e 115.400 por despesas com assistência médica. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS), que coordena e instrumentaliza a Década de Ações, considera ser essencial o envolvimento das pessoas, explica o especialista de trânsito e diretor da Tecnodata Educacional, Celso Alves Mariano. “Sem a mudança de comportamento de todos os usuários do trânsito, será um milagre diminuirmos pela metade as mortes de trânsito, como pretende a meta da OMS até 2020. Não há lei ou fiscalização que dê conta de cidadãos que não percebem riscos, não se submetem às regras ou não se dispõem a agir com responsabilidade”, analisa Mariano.

 

Uma possível solução para diminuir os problemas de trânsito está na aplicação de medidas de engenharia de baixo custo, o que não significa que os acidentes serão necessariamente evitados, no entanto, os riscos podem ser sensivelmente reduzidos e isso aumenta muito a segurança. Projetos simples podem ser implantados em locais onde se observa maior concentração de acidentes, podendo incluir medidas como: melhora na sinalização vertical e horizontal, adoção de sonorizadores associados à sinalização de advertência, criação de áreas nos acostamentos para conversões em interseções, separação física de pedestres e veículos em áreas de travessias urbanas, criação de ciclovias ou ciclofaixas, uso de tachões refletivos para delineação das curvas mais acentuadas, entre outros.

 

Na cidade de Curitiba/PR, uma rotatória completou aniversário de quatro anos com muitos motivos para comemoração. Isso porque os moradores do bairro Hugo Langue, no cruzamento da Rua Fernandes de Barros com a rua Jaime Balão, preocupados com as frequentes colisões no local, tomaram uma atitude cidadã que resultou na queda efetiva dos índices de acidentes. Tudo iniciou com a mobilização popular, pesquisas, debates e a busca pela solução. A instalação de uma minirrotatória no cruzamento, que obriga os motoristas a reduzirem a velocidade, é que proporcionou uma impressionante melhora da segurança no local. A ideia funcionou tão bem que, desde então, nenhum acidente foi registrado, o que leva os moradores a afirmarem que 208 acidentes foram evitados, considerando que acontecia uma média de uma colisão por semana.

 

De acordo com Stephan Knecht, vice-presidente do Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG) e morador do bairro, entre os principais argumentos enviados a prefeitura a favor da implementação da rotatória foram a alta eficiência deste recurso para diminuir a velocidade média no cruzamento, o baixo custo de implementação e manutenção, menos estresse para os motoristas, mais segurança para os pedestres e ainda, menos poluição ambiental e sonora. Tudo em comparação com a tradicional, cara, e não desejada pelos moradores, implementação de semáforo.

 

Knecht é suíço e trouxe de seu país algumas experiências marcantes de cidadania. Ele revela que nos anos 1980 e 1990, milhões de semáforos foram substituídos por rotatórias em seu país, e que essa mudança levou os municípios e os estados a diminuírem muito os gastos públicos e, ainda, a melhorarem o visual e o bem estar das cidades que ganharam rotatórias embelezadas com arte ou jardinagem. Knecht defende que qualquer medida que faça o usuário do trânsito aceitar regras democráticas como naturalmente impõem as rotatórias, cruzamentos ou bifurcações, resultam em mais responsabilidade para esse motorista.

 

No entanto, não são apenas medidas como esta que contribuem para a redução das fatalidades no trânsito. A combinação da educação para o trânsito com a mobilização cidadã, tem apresentado resultados muito positivos. Trabalhando há 18 anos em uma empresa de transporte coletivo e, de tanto testemunhar acidentes de trabalho e conviver com a realidade das vias públicas, Luiz Carlos André, fundou e é o atual presidente da ONG Educar para o Trânsito Educar para a Vida (ETEV), uma organização que realiza várias ações voltadas à educação na Paraíba. Entre elas está o projeto ‘zona escolar modelo no trânsito’, que tem como objetivo melhorar a mobilidade urbana e por consequência a qualidade de vida da comunidade e dos alunos ao realizar diferentes intervenções ao redor das escolas com foco em melhorias permanentes no ambiente e na infraestrutura da segurança viária.

 

Nesse projeto foram construídos 333 metros de calçadas; 3 faixas de pedestres; 5 rampas para cadeirante; 18 placas de sinalização; e a pintura do muro de uma escola com placas ilustrativas de trânsito. Os resultados apontaram que a cada 100 crianças, 68  passaram a andar sobre a calçada e de cada 100 pessoas, entre crianças e adultos, 71 passaram a atravessar a rua na faixa de travessia a eles destinada.

 

Nesse sentido, o especialista de trânsito Celso Alves Mariano considera que é necessário a população assumir sua responsabilidade de cidadãos, “seja botando a mão na massa, quando possível, seja criticando e exigindo, mas de forma minimamente inteligente, consistente e organizada, pois não há administração fraca que sobreviva à maturidade cidadã”. O especialista alerta que “entretanto, não se pode, simplesmente, pôr ou tirar uma placa, um semáforo ou promover uma alteração na engenharia da pista, pois isso é atribuição do órgão de trânsito. Mas se pode anunciar o fato, denunciar a situação e exigir que seja feito”, ressalta.

 

Uma pesquisa realizada pelo site Portal do Trânsito em maio de 2015, revela que 95,83% dos entrevistados acreditam que pequenas ações de educação e engenharia de trânsito são capazes de diminuir acidentes de trânsito em uma comunidade, contra 4,16% que não consideram que isso possa fazer diferença.

 

Os órgãos de trânsito consideram as intervenções de baixo custo, como as rotatórias, apenas como medidas paliativas, conforme se pode ler no Guia de Redução de Acidentes com Base em Medidas de Engenharia de Baixo Custo, publicado pelo extinto Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), uma das únicas referências oficiais ao tema. Porém a experiência mundial mostra que tais ações podem apresentar resultados positivos no que diz respeito à segurança no trânsito, gerando redução de acidentes com um ótimo custo-benefício. “Ações simples e com a participação direta do cidadão, conscientização e mobilização social, promovem a tão desejada aproximação da administração pública e da população, o que é saudável e produtiva sob todos os aspectos”, complementa Mariano.

 

Fontes: Portal do Trânsito

Exagerar na buzina pode render multa ao motorista

buzinandoSegundo o Art.227 do Código de Trânsito Brasileiro a infração é leve, com multa de R$ 53,20

 

A vida agitada, os congestionamentos, o aumento considerável de carros nas vias, enfim, esses elementos fizeram com que muitas pessoas passassem a utilizar a buzina exageradamente. Essa atitude além de irritar os demais usuários, chegando a causar conflitos, pode acabar em multa e perda de pontos na carteira.

 

“Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, a buzina deverá ser usada de forma breve, somente para alertar os demais”, explica Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor da Tecnodata Educacional. Ainda de acordo com o especialista, esse sinal sonoro é um instrumento importante para advertir os demais usuários da via, mas é comumente utilizado de maneira equivocada, aumentando o nível de estresse no difícil trânsito das grandes cidades.

 

Quando é infração?

 

Buzinar quando o trânsito está engarrafado é considerado um uso indevido, passível de punição.  A infração é considerada leve, com multa de R$ 53,20.

 

Também são consideradas infrações de trânsito: buzinar de modo prolongado, usar a buzina entre às 22h e 6h ou em locais e horários proibidos pela sinalização.

 

Dicas

 

Para utilizar corretamente a buzina, separamos algumas dicas:

 

 

    • Toques rápidos de alerta: em um cruzamento, para dar a vez para outro motorista, ou para avisar o pedestre distraído ou indeciso para atravessar que está facilitando a sua travessia e também para alertar um motorista distraído que não vê o semáforo abrir, por exemplo.

 

    • Utilizar fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.

 

    • Nunca usar na frente de hospitais e outros locais onde há a placa indicativa de proibição.

 

    • Não adianta buzinar em congestionamentos, isso não fará os carros andarem mais rápido.

 

Detran alerta para necessidade de fazer comunicado de venda do veículo

buzina-02_webA transferência de propriedade de veículos é um processo realizado todos os meses por milhares de pessoas no estado do Tocantins. Apenas no mês de Janeiro foram registradas mais de quatro mil transferências.

 

O processo de transferência é simples, contudo, deve ser feito com muita atenção. Uma vez que o recibo de compra e venda do veículo  (CRV – Certificado de Registro de Veículo, conhecido como DUT) é devidamente preenchido e registrado em cartório, a documentação está pronta para ser levada ao Detran, onde será realizada a transferência de fato.

 

No entanto, é comum que após o registro em cartório das assinaturas, o vendedor pense que a transferência foi finalizada. É ai onde está o engano, segundo chefe do departamento jurídico do Detran-TO,  Dr. Luiz Carlos Seixas, o dono do veículo precisa informar o Detran sobre a venda, para, assim, se resguardar de possíveis problemas. “Ao vender um veículo, muitas pessoas não fazem o comunicado da venda ao Detran,  e por isso acabam correndo o risco de responderem por ações que não cometeram”.

 

Desta forma, caso o novo proprietário não efetive a transferência do veículo, o ex proprietário não estará isento das responsabilidades civis, penais e administrativas relacionadas ao veículo. Ou seja, o comunicado de venda funciona como uma prova de que aquele veículo já pertence à outra pessoa. Livrando o vendedor de qualquer acusação referente a acidentes ou má conduta, relacionadas ao veículo em questão. Apesar disso, a cobrança de todas as taxas referentes ao veículo (licenciamento, IPVA, Seguro Obrigatório, Multas) ainda será de responsabilidade do ex proprietário enquanto a transferência de propriedade não for concluída.

 

Como realizar a transferência de um veículo

 

1) O vendedor e o comprador devem preencher o CRV (Certificado de Registro de Veículos) com os dados do vendedor e do comprador, ambas as assinaturas registradas em cartório (Importante não haver nenhum tipo de rasura);

 

2) O vendedor deve fazer o comunicado de venda junto ao Detran, apresentando uma cópia autenticada do CRV, preenchido.

 

3) O comprador deve efetuar o pagamento dos débitos de seu veículo juntamente com a taxa de transferência em qualquer agência bancária.

 

4) O comprador deve encaminhar ao setor de transferências do Detran ou Ciretran cópias do RG, CPF ou CNH. Um comprovante de endereço recente (últimos três meses).

 

5) Vistoria do Veículo.

 

 Com informações da Assessoria de Imprensa

Exame toxicológico será obrigatório para caminhoneiros em abril

caminhaoExames toxicológicos para verificar o consumo de drogas por longos períodos vão ser obrigatórios para caminhoneiros e motoristas de veículos pesados na hora de renovar ou adicionar categoria à habilitação.

 

A determinação está prevista na resolução 517 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e vale a partir de 30 de abril para condutores habilitados nas categorias “C”, “D” e “E”.

 

O objetivo do exame é verificar se o motorista fez uso de drogas ou substâncias proibidas nos últimos 90 dias antes do teste.

 

O exame é feito através de pelos e cabelos, ou unhas. Os laboratórios que vão fazer o teste ainda passam pelo credenciamento do Denatran. O exame é de responsabilidade do usuário e o laudo deve ser apresentado ao dar entrada no processo de adição ou renovação da habilitação.

 

Pelo exame são identificadas a presença ou ausência de maconha e derivados, cocaína e derivados (incluindo crack e merla), opiáceos (incluindo codeína, morfina e heroína), “ecstasy” (MDMA e MDA), anfetamina e metanfetamina, conhecida popularmente como “rebite”.

 

A resolução prevê, também, a verificação do “uso de medicamento prescrito, devidamente comprovado, que possua em sua formulação algum dos elementos”.

 

Através do laudo, a instituição médica credenciada vai atestar a aptidão do condutor. Aqueles que não se submeterem aos exames toxicológicos serão considerados inaptos temporários ou inabilitados até que apresentem o laudo negativo do exame. O laudo tem validade de 30 dias a contar da data que foi expedido.

 

A resolução do Contran prevê que seja criado um banco de dados para analisar a saúde do motorista brasileiro. As informações poderão ser cedidas, por determinação judicial, em caso de acidentes e crimes de trânsito.

 

Fontes: Portal do Trânsito

Cinto de segurança: quem ama a vida usa sempre

cinto-de-seguranca_carroVocê usa o cinto de segurança quando está no banco traseiro de um veículo? Sabia que, de acordo com um estudo da Abramet, usar esse acessório pode diminuir em até 75% o risco de morte em casos de acidentes? Infelizmente, o cinto de segurança do banco de trás muitas vezes é esquecido.

De acordo com uma pesquisa da Agência de Transporte de São Paulo, divulgada em reportagem do Bom Dia Brasil, feita com 19 mil veículos em rodovias do estado, 53% dos passageiros do banco traseiro dos carros não utilizavam o cinto. Entre 2011 e 2014, 69% dos passageiros que estavam no banco de trás e que morreram em acidentes nas rodovias de São Paulo estavam sem o cinto.

Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) promete trazer ainda mais segurança para os ocupantes dos carros: a partir de 2020, todos os veículos zero quilômetro deverão ter apenas o cinto de segurança de três pontos para todos os ocupantes, não havendo mais os abdominais, inclusive no banco traseiro. O apoio de cabeça também será obrigatório em todos os assentos.

A lei atual determina que o cinto de três pontos seja utilizado pelos passageiros da frente e os laterais traseiros, por isso é pouco comum que ele seja encontrado no assento central do banco de trás.

O cinto de segurança é um aliado importante na preservação da vida. Estando os ocupantes do veículo nos bancos da frente ou no banco de trás, todos devem usar o cinto.

 

Fonte: Portal Nacional de Seguros / Portal do Trânsito

Demora para fazer teste do bafômetro não anula multa

bafometroDe acordo com a decisão, ”a prova da infração administrativa prevista no artigo 165, do Código de Trânsito Brasileiro, não se vincula à existência do teste de alcoolemia

 

Se uma pessoa se recusa a fazer o teste do bafômetro, não é possível pedir anulação de multa de trânsito decorrente de depoimento de agente de trânsito que viu sinais de embriaguez no condutor do veículo. Assim determinou o 1º Juizado da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, ao julgar o caso de um homem que se recusou a fazer o teste do bafômetro ao ser flagrado em blitz. Ele tentara anular a multa porque o oficial demorou mais de meia hora para trazer o aparelho para o teste, logo após ter se recusado a fazer o teste de níveis de álcool no sangue.

 

 

De acordo com a decisão, “a prova da infração administrativa prevista no artigo 165, do Código de Trânsito Brasileiro, não se vincula à existência do teste de alcoolemia [teste do bafômetro]”. Desta forma, a Justiça determinou como improcedente o pedido de anulação de multa de trânsito. O motorista recorreu. A ação foi distribuída à 1ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, mas não chegou a ser julgada, pois não preencheu os requisitos necessários para uma reanálise.

 

 

O autor afirmou que, em julho de 2011, foi abordado por uma blitz realizada pelo Batalhão da Polícia de Trânsito do Distrito Federal, ocasião em que foi questionado se havia consumido bebida alcoólica. A despeito da resposta negativa, o policial o informou que ele deveria realizar o teste do bafômetro. Alega que desceu do carro no intuito de fazer o teste, mas que o policial pediu que aguardasse por alguns instantes. Após sucessivas esperas de mais de 30 minutos, o autor disse que não esperaria mais e que o policial poderia lavrar a multa.

 

 

Autuação regular

 

Imediatamente após essa situação, o policial apareceu com o aparelho do bafômetro. Contudo, o autor manteve sua decisão de não fazer o teste, sustentando que a demora na disponibilização do bafômetro teria sido proposital. Assim, pleiteou a anulação da multa aplicada, bem como das sanções administrativas relacionadas à autuação.

 

 

O Detran-DF apresentou contestação, na qual defende que a autuação do motorista foi absolutamente regular, uma vez que caberia a ele demonstrar o desvio de finalidade ou falsidade dos motivos do ato de infração.

 

 

Indícios legais

 

A decisão explica que, conforme se depreende do disposto no artigo 277, parágrafo 2º, do Código de Trânsito Brasileiro — o qual determina que “a embriaguez poderá ser caracterizada pelo agente de trânsito mediante a obtenção de outras provas em Direito admitidas, acerca dos notórios sinais de embriaguez, excitação ou torpor apresentados pelo condutor”.

 

 

As observações lançadas pelo agente de polícia no auto de infração informam que o condutor possuía indícios embriaguez. “Dessa forma, presume-se regular a autuação, pois os atos administrativos gozam de presunção de legitimidade, veracidade e legalidade que, por ser relativa, sucumbe na presença de provas em sentido contrário”, concluiu o julgador.

 

 

Assim, constatado que o autor não demonstrou a alegada ilegalidade e ausência de veracidade do ato administrativo impugnado, apesar de ter sido deferida oportunidade ampla para produção probatória, o magistrado julgou improcedente o pedido da inicial.

 

Fontes: Portal do Trânsito

Com informações da assessoria de imprensa do TJ-DF

Manutenção do catalisador exige atenção redobrada

inspecao-veicular_webA troca regular das juntas que compõem o sistema de exaustão é tão importante quanto a substituição do catalisador

 

Ao trocar peças do sistema de exaustão, escapamento ou catalisador, muitos motoristas e mesmo instaladores não sabem da importância da substituição das juntas, em especial a do flange, localizada entre o catalisador e motor.

 

A junta do flange é fundamental para uma vedação completa. Isso garante que, quando os gases do motor começarem a se dissipar, o sistema de exaustão permaneça intacto. A falta de vedação produz ruídos anormais, traz risco de danos e até quebra do catalisador, além de ser perigosa para a saúde, pois gases como o monóxido de carbono podem entram no interior do veículo.

 

Segundo Henrique Antônio da Rocha, analista de desenvolvimento de produto da Tuper, quando o catalisador é trocado é aconselhável substituir a junta do flange. “Se a junta estiver com vazamento, além de atrapalhar o funcionamento do catalisador, porque os gases não são filtrados antes de irem para a atmosfera, pode ocasionar a quebra do catalisador devido ao choque térmico entre o ar quente do motor e o ar frio que entra pelo vazamento”, explica. Esses vazamentos também podem dificultar a regulagem do sistema de injeção de combustível, pois as sondas presentes no catalisador fazem, neste caso, uma leitura incorreta dos gases.

 

Rocha salienta ainda que além da troca da junta do flange é necessário fazer o aperto correto das porcas e dos parafusos da peça. “Como é um lugar de difícil acesso no carro há uma certa dificuldade em fazer o ajuste adequado dos parafusos. Mas, é primordial que todos sejam bem apertados, pois no caso de ficaram frouxos pode haver vazamentos também”, salienta.

 

O funcionamento correto do catalisador e do sistema de exaustão, além de gerar economia de combustível e diminuir gastos com a manutenção do veículo, diminui a emissão de gases poluentes.

 

Sobre a Tuper

 

Com mais de 40 anos de atuação, a Tuper é a quinta maior processadora de aço do Brasil, segundo o INDA (Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço). A empresa acompanha a evolução do mercado com amplas linhas de produtos, atendendo as mais exigentes normas nacionais e internacionais.

 

Com quatro unidades industriais e capacidade produtiva de 550 mil toneladas de aço/ano, fornece para diversos segmentos como: Construção Civil, Automotivo, Implementos Agrícolas e Rodoviários, Industrial, Óleo e Gás, entre outros. Seu portfólio de produtos contempla soluções tubulares para aplicações industriais, estruturais e de condução, tubos para óleo e gás, soluções automotivas e sistemas construtivos.

 

Instalada em Santa Catarina, a Tuper é uma das 500 maiores empresas do Brasil, segundo o Anuário Exame 2013. Faturou R$ 1,461 bilhão em 2014 e vem crescendo em média 22% ao ano nos últimos 12 anos. Atualmente, emprega 2,5 mil profissionais e conta com 24 pontos de distribuição em todo o território nacional.

 

A empresa é a maior fabricante de escapamentos da América Latina e a única empresa do segmento que produz simultaneamente itens para as montadoras e para o mercado de reposição.

 

Fontes: Portal do Trânsito

 

Maus hábitos que podem render multa ao motorista

mao-no-volanteAlguns motoristas desenvolvem maus hábitos ao volante que podem render multas de trânsito. “O ato de dirigir às vezes torna-se tão automático, que sem perceber, o condutor está desrespeitando as leis e até colocando em risco a sua própria segurança”, alerta Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor da Tecnodata Educacional.

 

Segundo o especialista, a negligência é a causa de muitos acidentes e mortes. “Muitos motoristas conhecem as regras, mas não dão a devida importância”, diz Mariano.

 

O Portal do Trânsito selecionou algumas infrações corriqueiras nas grandes cidades, mas que podem render multa ao condutor e gerar perigo a todos os usuários do trânsito.

 

Dirigir falando ao celular

 

Cena mais do que comum no cotidiano do trânsito brasileiro é um condutor falando ao celular, seja ele motorista de carro, ônibus, táxi e até mesmo motociclistas.

 

Dirigir falando ao celular é considerado uma infração média, equivalente a jogar lixo na rua ou andar com o braço para fora da janela, porém o uso do celular é uma atividade muito perigosa, pois diminui os reflexos do motorista. “Usar fone de ouvido ou dispositivos de alto falante no carro são igualmente prejudiciais, pois também tiram a atenção do motorista”, diz Mariano.

 

De acordo com uma pesquisa divulgada pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, usar o celular ao volante aumenta em 400% o risco de acidente.

 

Bloquear um cruzamento

 

Muitos motoristas dirigem com pressa e ansiosos por chegarem ao seu destino, e por esse motivo acabam cometendo uma infração muito comum nas grandes cidades, que é bloquear um cruzamento, parando no meio das Caixas Amarelas.  “Muitos motoristas acham que dá tempo de atravessar uma via e quando percebem, estão no meio do cruzamento. Esta infração, além de contribuir significativamente com o aumento dos congestionamentos, ainda pode ser a causa de muitas brigas, pois muitos motoristas perdem a paciência ao enfrentar essa situação”, diz Mariano.

 

Além de prejudicar a fluidez do trânsito, os motoristas que não respeitam esta regra estão cometendo uma infração gravíssima, com multa de R$ 191,54 e acréscimo de sete pontos no prontuário da CNH.

 

Realizar conversão em local proibido

 

No trânsito é muito comum flagrar motoristas que acham que burlar a lei é sinônimo de esperteza. Para cortar caminho ou por pura falta de atenção a sinalização, alguns condutores realizam conversões em local proibido. “Qualquer manobra demanda atenção do condutor, essa atitude pode acabar em acidente”, alerta Mariano.

 

Segundo o Art. 207 do Código de Trânsito Brasileiro, realizar conversões em locais proibidos pela sinalização é infração grave, com multa de R$ 127,69 e acréscimo de 5 pontos na CNH.

 

Dirigir com o braço para fora do veículo

 

Esse hábito pode parecer inofensivo, mas dirigir com apenas uma mão e conduzir o veículo com o braço para fora pode ser perigoso. “Quando se está com apenas uma mão ao volante, em qualquer movimento brusco ou ocorrência ao redor, o tempo de reação será muito maior”, conta Mariano.

 

Pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), dirigir com apenas uma das mãos – exceto para fazer sinais de braço, mudar a marcha ou acionar equipamentos do veículo – consiste em infração média (quatro pontos na carteira de habilitação), com multa de R$ 85,13. Na prática, a legislação aponta que o motorista não pode usar uma das mãos para nenhuma atividade que não envolva a direção, o que inclui comer, fumar ou simplesmente deixar o braço para fora.

 

Estacionar em local proibido

 

“Vou ali e volto rapidinho”, essa é a desculpa mais comuns dos motoristas que estacionam em locais proibidos como fila dupla, em calçadas, gramados e até mesmo em vagas próprias para deficientes e idosos.  “O exercício da cidadania é fundamental no trânsito. Não podemos satisfazer nossas necessidades, passando por cima dos direitos dos demais”, explica o especialista.

 

As multas por estacionamento irregular podem variar de leves (por exemplo, estacionar em desacordo com as placas de estacionamento regulamentado) até gravíssimas (como estacionar na pista de rodovias). A maioria delas é passível de remoção do veículo.

 

Fontes: Portal do Trânsito